A IA empresarial está a passar de respostas isoladas para fluxos de trabalho mais longos. Os novos agentes prometem recolher contexto, usar ferramentas da empresa e devolver um resultado concluído em vez de uma sugestão.

A oportunidade é grande, tal como o trabalho operacional. As empresas portuguesas que avaliam agentes precisam de permissões claras, registos de auditoria e uma definição do ponto em que uma pessoa continua responsável.

Os pilotos mais úteis começam com processos limitados e reversíveis. Criam evidência sobre fiabilidade antes de a organização colocar um agente num fluxo com maior impacto.